"A gente torce, eu acho, pelo que acredita, ou pelo que teima em acreditar, mesmo desconfiando às vezes. Eu não tinha essa certeza. Nem para levar fé em alguns deles, nem para garantir que não eram de nada." 

Paulo Bentancur, do conto Como um anjo, em: A solidão do diabo. Ed. Bertrand Brasil, p.34.

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