"Era janeiro, tempo de começos, e naquele instante pude perceber o quanto estávamos sozinhos. No que me tocava, nunca havia sentido uma solidão assim, mesmo (ou talvez por isso) vivendo numa cidade imensa como São Paulo, rodeado por tantas pessoas, ruídos, luzes, movimentos, escuridões, labirintos. "
Humberto Mariotti, in: Antigamente era janeiro. Ed. A Girafa, 2005. p. 8.
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