"Nunca a Sra. Bovary fora tão bela quanto naquela época; possuía aquela indefinível beleza que resulta da alegria, do entusiasmo, do sucesso e que é apenas a harmonia do temperamento com as circunstâncias. Seus desejos, seus pesares, a experiência do prazer e suas ilusões sempre jovens, como fazem às flores o esterco, a chuva, os ventos e o sol, haviam-na gradualmente aberto e ela desabrochava, enfim, na plenitude de sua natureza."
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary. São Paulo: Ed. Nova Alexandria, 2007, p. 174.
FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary. São Paulo: Ed. Nova Alexandria, 2007, p. 174.
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