"Eu ia buscar-te _ mas não, não teria ido porque eu nunca acreditei em pressentimentos. Nem acredito _ sempre póstumos, chamando a atenção para o iluminado imóvel , depois da conclusão da desgraça. Não acredito em nada, de fato, a não ser naquilo a que tu chamavas o "Bem" e eu, alérgico ao odor de igreja que se desprende dos substantivos abstratos, prefiro chamar capacidade de renovação humana."

PEDROSA, Inês. In: fazes-me falta.

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