"Quero dizer também que nós, as criaturas humanas, vivemos muito (ou deixamos de viver) em função das imaginações geradas pelo medo. Imaginamos consequências, censuras, sofrimentos que talvez não venham nunca e assim fugimos ao que é mais vital, mais profundo, mais vivo. [...] Nossa plenitude, eis o que importa. Elaboremos em nós as forças que nos farão plenos e verdadeiros." 

[Lygia Fagundes Telles]

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