" Vais-te rir, mas passei a noite a sonhar contigo _ disse ela, e a voz tremia-lhe tanto que se lhe punha alta e rija, como se desse uma ordem.
Aquela confissão era tão verdadeira que só podia exprimir-se da mentira; Cláudia não sonhara com Dinis pela simples razão de que nem sequer, a bem dizer, pregara olho."

Pedrosa, Inês. In: A instrução dos amantes. Ed. Planeta do Brasil, 2006. p. 58.

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