"Ah! Ele partira, o único encanto de sua vida, a única esperança possível de felicidade! Como não agarrara tal felicidade quando se apresentava! Por que não o ter retido com as duas mãos, com os dois joelhos, quando queria fugir? E amaldiçoou-se por não ter amado Léon; teve sede de seua lábios. Teve vontade de correr para alcançá-lo, para atirar-se em seus braços e dizer-lhe: " Sou eu, eu sou tua!" [...] e seus desejos, agravados pelo arrependimento, tornavam-se ainda mais ativo. "
Gustave Flaubert, in: "madame Bovary".
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